O Buraco.
Encontro-me, trancado.
Tranco-me, neste meu estado senil.
Sentado sobre o passado,
Assombrações de cores mil.
Penso no que vivi, no que se passou.
Vivo mais uma vez.. no sonho que não mais voltou...
E acho-me sem sentido, sem direcção.
E passam por mim as horas, e passa por mim a melancolia..
Que me enche a alma, de volta a depressão vazia.
De espírito cadavérico, encontro-me, trancado.
E tranco-me, escravo da falta de vontade.
Tranco-me sobre a verdade...
E TU sabes que mais?
Era tudo tão lindo se ainda fosse real...
Mas nada vive.. Nada morre...
Tudo permanece.. Na indiferença..
..Do sonho perfeito.
Tranco-me, neste meu estado senil.
Sentado sobre o passado,
Assombrações de cores mil.
Penso no que vivi, no que se passou.
Vivo mais uma vez.. no sonho que não mais voltou...
E acho-me sem sentido, sem direcção.
E passam por mim as horas, e passa por mim a melancolia..
Que me enche a alma, de volta a depressão vazia.
De espírito cadavérico, encontro-me, trancado.
E tranco-me, escravo da falta de vontade.
Tranco-me sobre a verdade...
E TU sabes que mais?
Era tudo tão lindo se ainda fosse real...
Mas nada vive.. Nada morre...
Tudo permanece.. Na indiferença..
..Do sonho perfeito.

1 Comments:
"tudo é foi"
n dá p ficarmos presos ao passado
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