...
Sou invisível..
Sou invisível, intocável como o ar que sustenho, e transforma os trejeitos do mundo,
Me deixa aparte, bem no fundo..
Das gavetas severamente mutiladas pela vontade sem querer, da memória..
História sórdida das verdades que aleijam o ja magoado mentiroso..
O aperto no peito saudoso..
Do que foi, o que é..
Egoísta desprezado, ja errei,
Agora morro, afogado..
Na minha caixinha de recordações.
Sou invisível, intocável como o ar que sustenho, e transforma os trejeitos do mundo,
Me deixa aparte, bem no fundo..
Das gavetas severamente mutiladas pela vontade sem querer, da memória..
História sórdida das verdades que aleijam o ja magoado mentiroso..
O aperto no peito saudoso..
Do que foi, o que é..
Egoísta desprezado, ja errei,
Agora morro, afogado..
Na minha caixinha de recordações.

1 Comments:
Tens aqui um espaço muito bem aproveitado... Não é comum ver blogs aproveitados desta forma.
Eu sou uma amante de poesia e costumo fazer alguns poemas mas nunca consegui fazer desse género (apesar de serem os que gosto mais...). Gostei especialmente do post: "As respostas sem pergunta".
Desculpa-me a invasão.
Continua*
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