Monday, July 09, 2007

Beijos teus sabem a pouco
Adentro de nós o coração
Beijos teus sabem a pouco.
chega. deverei girar em torno de mim próprio até cair no vazio.
fim.

pois.

aqui.
eu.
aqui.
eu
aqui.
euªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªH

Wednesday, November 22, 2006

Não sei. Não sinto. Não digo. Não faço. Não minto.
Não ligo. Não amo. Não choro.
Não largo. Não desisto. Não me farto. Minto.
Não te interesses. Não me sintas. Não digas nada.
Desiste. Larga-me. Estou em casa.
Não me interessa.
Volta para o beco de onde vieste.

Wednesday, April 12, 2006

Reflexões

As verdades são duras
Quando as verdades são ditas
É verdade.
Que nada mais que a verdade
Assim nos afecta, verdadeiramente.
Me afecta, conscientemente,
Dói, verdadeiramente.

E será verdadeira a dor,
A dor que, verdadeiramente, a mente ressente
A dor de um passado insolente
Que(de repente) rasga o caos que o preenche
O presente confuso mas ciente
Da lente demente que amplia o sentimento..?

Eis o meu rascunho, a minha bola de papel amarfanhada
Molhada, feliz com tantas outras...
Eis a minha cela, os meus trapos, a farpela
Com que me amarro ao quotidiano.
Eis Eu, vivo por pontos de interrogação e exclamações constantes, como que preso por alfinetes.
Eis Eu, perante a alegria de merda com que me senti hoje!
Eis Eu, foda-se, perante a merda de Alegria que nunca me sentiu!

...e nunca me senti tão bem.

Wednesday, February 15, 2006

"Someone must've cursed me with invisibility to the eyes of another..."

Se o que eu escrevo é mera sombra..
..Que forma poderá ter?

Se o que visualizas mera capa é...
..Então porque teima em não desaparecer?

Saborear o vento... Ao corrente da imaginação...
Olhar o futuro com olhos de ver...
E perceber..
..Que se calhar nem tudo está tão perdido assim.
Pensar que pôr um fim..
Nada mais seria que uma morte lenta...
Pensar que de mim,
Nada seria sem ti.

E tudo avança, enquanto eu, estaticamente, observo..
Atentamente.
E tudo muda, enquanto eu, parado, no meu cantinho, morro.
Lentamente.

E nunca mais ninguem se lembrou do pobre rapaz que um dia lhes deu a mão...
"And lived happily.. Ever after..."

Tuesday, February 14, 2006

Efémero.

Perco-me por entre as letras das palavras
E aparece, mais uma vez, o vazio que me preenche o consciente confuso.
Que vagueia.. Por um passado que se distorce no reflexo das águas em que me vejo...
Algo se aproxima, irradiando o meu ser.
Faz-se sentir com uma leveza que se torna intensamente pesada..
A ânsia renasce.
Fez perecer toda a lógica. Afogada..
..Em todo o Seu esplendor.
E a Dor
Não me deixa ser mais.

O Buraco.

Encontro-me, trancado.
Tranco-me, neste meu estado senil.
Sentado sobre o passado,
Assombrações de cores mil.

Penso no que vivi, no que se passou.
Vivo mais uma vez.. no sonho que não mais voltou...
E acho-me sem sentido, sem direcção.
E passam por mim as horas, e passa por mim a melancolia..
Que me enche a alma, de volta a depressão vazia.

De espírito cadavérico, encontro-me, trancado.
E tranco-me, escravo da falta de vontade.
Tranco-me sobre a verdade...

E TU sabes que mais?

Era tudo tão lindo se ainda fosse real...
Mas nada vive.. Nada morre...
Tudo permanece.. Na indiferença..
..Do sonho perfeito.

Monday, February 13, 2006

Sala de Espelhos

Vivo no meu pensamento...
Vivo nos meus sonhos...
Vivo no passado, vivo no futuro,
Vivo o presente.
Eu vivo em mim...

Quem sou?
Onde vamos?
Quem somos?
Para onde vou?

O que quero?
Vida inconsciente?
Coma aparente?
Só quero acordar...
Parar de sonhar...
De imaginar...

O que sou..
Quem sou..
Para onde vou...

Wednesday, February 08, 2006

Talher

O beijo que eu mais anseio.. É akele que tds tem receio... Nos tira da luz, nos põe na escuridão... Não deixa sentir, não deixa salvação. Mas que salvação será mais pura que a morte..?
O beijo que eu mais anseio... É o da brisa no centeio... Do longínquo vale cm que sonho... E onde por vezes ando... Sem rumo, apenas desejando.. ser feliz.
O letal veneno das palavras, deixa-me sujo. Deixa-me mudo. Sem vontade de ser...
E, sem dizer, sinto tudo. Tudo com que eu alguma vez sonhei, pensando na possibilidade da realidade dos sonhos...

Sonhos... qual o sinificado de tal aberraçao absurda e efémera como a própria vida? Quanto mais teremos de sonhar para chegar ao tal ponto de concretização ambiciosamente desejado? Qual o significado de todas aquelas conjurações de recordações imaginárias do futuro? Não passam de alucinações.. Alucinações narcisistas i egocêntricas como só ele pode ser...
Não poss viver... Não mais.. Neste mundo de sonhos sem porquê..
Neste mundo de convicções, sem ver, porém... A neblina que vem, além...